Se olhares para o retrato do Cristo e a serenidade, paz e amor que Ele revela não te contaminarem é sinal de que teu espírito está precisando de limpeza, teu coração de calor e tua inteligência de maior cuidado. Se olhares para o rosto do Mestre, alguns segundos, com fé e confiança, levarás para dentro de ti tesouros que jamais imaginastes, e tantos, que poderás inclusive distribuí-los aos teus semelhantes.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Carta ao futuro
Meu amigo:
Escrevo-te para daqui a um século, cinco séculos, para daqui a mil anos... É quase certo que esta carta te não chegará às mãos ou que, chegando, a não lerás. Pouco importa. Escrevo pelo prazer de comunicar. Mas se sempre estimei a epistolografia, é porque é ela a forma de comunicação mais direta que suporta uma larga margem de silêncio; porque ela é a forma mais completa de diálogo que não anula inteiramente o monólogo. Além disso, seduz-me o halo de aventura que rodeia uma carta: papel de ocasião, redigido numa hora intervalar, um vento de acaso o leva pelos caminhos, o perde ou não aí, o atira ao cesto dos papéis e do olvido, ou o guarda entre os sinais da memória. Por sobretudo, porém, agrada-me falar desde o centro deste Inverno e desta cidade mortal que me cercam. Ouço as vozes subterrâneas à alegria mecânica, aos passos cronometrados, à azáfama de nervo e esquecimento que adivinho ao longe, numa metrópole-síntese construída em arame e cimento, e é bom que essas vozes ressoem na minha boca.
(Vergílio Ferreira, Carta ao Futuro)
Escrevo-te para daqui a um século, cinco séculos, para daqui a mil anos... É quase certo que esta carta te não chegará às mãos ou que, chegando, a não lerás. Pouco importa. Escrevo pelo prazer de comunicar. Mas se sempre estimei a epistolografia, é porque é ela a forma de comunicação mais direta que suporta uma larga margem de silêncio; porque ela é a forma mais completa de diálogo que não anula inteiramente o monólogo. Além disso, seduz-me o halo de aventura que rodeia uma carta: papel de ocasião, redigido numa hora intervalar, um vento de acaso o leva pelos caminhos, o perde ou não aí, o atira ao cesto dos papéis e do olvido, ou o guarda entre os sinais da memória. Por sobretudo, porém, agrada-me falar desde o centro deste Inverno e desta cidade mortal que me cercam. Ouço as vozes subterrâneas à alegria mecânica, aos passos cronometrados, à azáfama de nervo e esquecimento que adivinho ao longe, numa metrópole-síntese construída em arame e cimento, e é bom que essas vozes ressoem na minha boca.
(Vergílio Ferreira, Carta ao Futuro)
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Vida religiosa
terça-feira, 3 de junho de 2008
Meditação
sábado, 31 de maio de 2008
Nós Estamos Aqui: O Pálido Ponto Azul
Carl Edward Sagan (cientista e astrônomo americano 1934/1996), autor do texto e da narração do vídeo abaixo, fala de quando a Voyager I estava a uma distância em que a partir daquele lugar seria impossível visualizar a Terra por fotos da sonda, seria interessante dar uma última olhada para Terra.
A imagem em si já fala muito, aquele pálido ponto azul no universo, como eles dizem no vídeo; um “pixel" azul misturado com as milhões de estrelas visíveis, já mostra como nosso nacionalismo é uma ignorância. Todos nós estamos numa mesma nave, numa mesma casa, brigando entre si por petróleo ou por causas insignificantes. Países brigando para ver quem consegue destruir mais, quando o correto seria quem consegue criar mais…
O vídeo além de passar uma mensagem muito legal, o criador colocou vários trechos de filmes para acompanhar a narração, cinéfilos de plantão podem tentar identificar todos que foram utilizados, é uma tarefa fácil não há nenhum filme muito obscuro. Também podemos ver fotos famosas sobre a condição humana, enfim um ótimo texto e uma ótima montagem.
Enfim, o vídeo é ótimo e acho que você não vai se arrepender em assistir.
A imagem em si já fala muito, aquele pálido ponto azul no universo, como eles dizem no vídeo; um “pixel" azul misturado com as milhões de estrelas visíveis, já mostra como nosso nacionalismo é uma ignorância. Todos nós estamos numa mesma nave, numa mesma casa, brigando entre si por petróleo ou por causas insignificantes. Países brigando para ver quem consegue destruir mais, quando o correto seria quem consegue criar mais…
O vídeo além de passar uma mensagem muito legal, o criador colocou vários trechos de filmes para acompanhar a narração, cinéfilos de plantão podem tentar identificar todos que foram utilizados, é uma tarefa fácil não há nenhum filme muito obscuro. Também podemos ver fotos famosas sobre a condição humana, enfim um ótimo texto e uma ótima montagem.
Enfim, o vídeo é ótimo e acho que você não vai se arrepender em assistir.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
PARA QUE CONVERSAR COM DEUS?
Se perguntarmos para que nos alimentar? A resposta certeira vem logo em seguida, nosso corpo físico necessita da alimentação necessária para obter forças e energias a torná-lo com vitalidade que o mesmo necessita. Pois se não for desta forma haverá um desfalecimento das forças necessárias a sua sobrevivência. Perfeito é isto mesmo!
Agora se nos perguntarmos, para que temos que conversar com Deus, ou seja com a espiritualidade? Eu respondo a vocês queridos: Da mesma força que nosso corpo físico necessita do alimento para torná-lo apto as suas atividades, igualmente nosso corpo espiritual necessita do alimento espiritual para torná-lo também capaz as suas necessidades e não esmorecer e aniquilar-se.
Sim e daí?
E daí que este alimento é:
E daí que este alimento é:
Nossas orações diuturnas, nossos pensamentos, nossas conversas com nossos mentores espirituais mesmo que não saibamos ser uma conversa, pois estes contatos chegam de mansinho e de repente nos vemos conversando conosco mesmo, mas na verdade não é, e sim uma conversação com o mundo espiritual que tenta nos direcionar ou redirecionar para o bem.
Agora, isto tudo se dá se realmente estivermos receptivos para tal, a conversa com o mundo extrafísico é nosso ponto de equilíbrio para um direcionamento satisfatório, seja no trabalho com problemas mil a resolver sem poder errar, seja no lar a resolver o que nem não imaginamos como, seja com nossos problemas mais íntimos, seja com nossos desajustes etc... Todavia, Deus e sua equipe não querem sair por aí adivinhando o que queremos e necessitamos, eles querem sim que saibamos solicitar os nossos objetivos a eles, colocando-os a par de nossos querer, para que assim possam agir de acordo ao nosso desejo e reivindicação.
Peço-lhes que a oração esteja sempre em vossas lembranças diárias, que a conversação com os céus sejam constantes em vossos dias, para que vossa vibração esteja mais elevada e então a calma trará a solução de tudo, aceitando e direcionando o que preciso e necessário for.
Devemos aceitar com prontidão a ajuda que os céus nos dá, sejamos inteligentes espiritualmente entendendo a importância em conversar com Deus e seremos pessoas diferenciadas para melhor. (Leontina Rita Acorinti Trentin)
domingo, 25 de maio de 2008
Viajamos no mesmo barco (Letícia Thompson)
Compreender o mal, a injustiça, a miséria, as dores, as quase insuportáveis perdas, o desabrigo, a gente não compreende.
Não nos ensinaram tal ciência de ter o coração assim tão perfeito e a alma tão aberta. Por isso choramos tanto.
E clamamos misericórdia ao Pai.
Tomamos consciência da nossa pequenez e dependência de uma força superior e ilimitada e nos curvamos.
Os sofrimentos e as dores nos aproximam de Deus e tocam os corações de outras pessoas, que não podem e nem devem ficar indiferentes, por que a verdade é que estamos todos navegando nesse mesmo barco, que ora balança, ora se aquieta, sempre independente da nossa vontade.
Mas obstáculos não são pontos finais, nem muros sem saída. Quando se perde tudo, mas que a vida não se perde, é que alguma coisa ainda há pela frente.
As coisas que não podemos evitar, vamos recebê-las e aprenderemos a reconstruir com o que nos sobra.
Colamos um pedaço aqui e outro ali, refazemos a vida e refazemos o mundo, afinal, se ele existe é por que existimos e nossa cruz não será assim tão pesada, se sabemos que temos Alguém que nos ajuda a carregá-la.
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