sábado, 25 de outubro de 2008

Limitações




sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Confiar (Ediel Caldas)


Confiar é andar na chuva,
Mesmo podendo adoecer
Confiar é apostar tudo,
Correndo o risco de perder
Confiar é dedicar-se,
Sem medo de fracassar
Confiar é ir contra todos,
E descobrir o que é amar
Confiar é dar espaço,
E ter a certeza de que não vão te trair
Confiar é decepcionar-se,
E mesmo assim não se deixar iludir
Confiar é ir atrás,
Mesmo quando te dizem não quero mais
Confiar é amar com a alma,
Sabendo que isso não morre jamais
Confiar é dizer posso te fazer feliz,
Ainda que pense que não tenho razão
Confiar é os erros perdoar,
Antes mesmo de pedirem perdão!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Amor


Sentimento gerador de energias sublimes entre os humanos, os animais, as plantas, tudo que respira, que vive e se reproduz. Traduz-se por pequenos gestos, atitudes que nos fazem renovar, nos sentirmos “vivos” para essa vida tão corrida e atribulada. A falta desse sentimento vai minando, secando o ser, endurecendo, azedando, afastando mais e mais as pessoas do seu convívio. Num “bom dia”, num “muito obrigado”, geramos essa energia. No escutar uma outra pessoa, no observar o próximo com olhos do coração, sentimos o bem-estar e a renovação. Sentimos a troca de energias positivas, mais tranqüilidade do dever executado, tornando-nos pessoas de bem, cidadãos respeitando o espaço do nosso semelhante. Essa atitude de respeito vai, em cadeia, criando novas forças, contaminando pessoas que estão naquele ambiente. Imaginemos umas massas imensas de gente, que atmosfera de energia leve e suave teríamos nas cidades, nos países, no mundo. Tal é a importância, a grandeza desse sentimento, gerador de tudo, se exprimindo em pequenos gestos, atitudes, compreensão, respeito pelo próximo, pelos animais, pelas plantas, pela natureza... tendo em mente que o nosso espaço termina onde começa o da outra pessoa.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Omissão e simpatia


Encontramos nos dicionários as seguintes definições:
Omissão: ato ou efeito de omitir-se. Aquilo que se omitiu, falta, lacuna, descuido, negligência.
Simpatia: tendência que reúne duas ou mais pessoas, inclinação. Atração que uma coisa ou idéia exerce sobre alguém. Pessoa muito simpática.
Quais os motivos da omissão?
Talvez porque “não quero aborrecimentos”, “não é comigo”; “não fui eu quem fez”; “afinal somos amigos, é difícil falar sobre o acontecido, logo com ele!”; “Não quero ser desagradável e antipático”; “Afinal, temos que aceitar as pessoas como elas são”; enfim, são muitas as justificativas.
A omissão é uma forma de minar as forças de uma atividade, permitindo que o mal cresça. Às vezes, para não criarmos um clima “desagradável”, deixamos “as coisas acontecerem”, para ver como ficam. Tal atitude é tremendamente prejudicial seja onde for. Precisamos aprender a nos comunicar falando aberta e francamente diante do que estamos vendo. É claro que com educação, fraternidade e sem ofensas, mas sendo verdadeiros. E como tal condição é difícil para a grande maioria das pessoas, cumprir normas, para muitos, não faz sentido. A omissão deve ser combatida incessantemente por todos. As pessoas consideram e confiam naqueles que são verdadeiros. Eles conseguem agradar mais do que se pensa, porque sempre demonstram a realidade dos fatos.
Devemos ser sinceros com o nosso semelhante, buscando a aproximação e o intercâmbio. E isso é possível com aceitação e compreensão, nos tornando mais próximos, não tendo receio de expor ao nosso companheiro o que sentimos e pensamos. Aí haverá respeito, e estímulo à tendência construtiva.
Falar a verdade mesmo que, muitas vezes, não sejamos compreendidos e mesmo que não estejamos entendendo o outro, faz parte do nosso aprendizado, do nosso crescimento. Compreender é um exercício constante.

domingo, 12 de outubro de 2008

Amor, perdas, partidas e saudade...


“Falar em perdas é falar em solidão, tristeza, desesperança, medo.
Quando digo perdas, não estou me referindo apenas aos que morrem, mas a todos que, de alguma forma, nos deixam prematuramente, antes que estejamos preparados.
Um amigo que se muda para longe, um namoro interrompido abruptamente e até mesmo um ente querido que se vai, sempre provoca em nós uma sensação de vazio. E por que isso? Porque sofremos tanto mesmo sabendo que estas perdas ou partidas inesperadas são inerentes a vida e que, portanto, não podemos controlá-las?
Não saberia responder com precisão as perguntas acima, mas, o que me parece mais coerente é que nunca estaremos prontos para nos acostumarmos com a falta dos que amamos. Por mais que saibamos que a qualquer instante eles nos faltarão, temos sempre a predisposição em acreditarmos que quem nos ama nunca nos trairia, nos privando de seu afeto, carinho e amor. Ledo engano. São justamente aqueles que amamos que mais nos machucam com suas partidas inesperadas. Vão-se sem aviso prévio e nos levam a felicidade, a fé na vida, o equilíbrio.
O que fazer então? Não amarmos? Não nos permitirmos gostar de alguém pelo simples fato de que seremos, mais cedo ou mais tarde, deixados para trás na vida, entregues às nossas angústias e remorsos por não termos dito tudo ou feito o suficiente por eles?Creio que não. Se há algo na vida que mais nos trás felicidade é sabermos que somos queridos e não seria honesto nos privarmos de tal sentimento por covardia.
Um amor de pai e mãe, o carinho de um amigo ou afeto de uma relação a dois deve sempre se sobrepujar ao medo da perda. Porque ela é inevitável; o sentimento, não. Deve ser exercitado todos os dias de nossas breves vidas. Ele é o que nos move, nos dá o chão para que possamos caminhar pela vida com a certeza de que, haja o que houver, teremos sempre alguém com quem contar, que nos apoiará mesmo nos momentos em que não tenhamos razão. Esta, deve ser a maior lição deixada pelos que partem sem nos avisar. Lembrar-nos que devemos sempre curtir aqueles que amamos com a intensidade proporcional a brevidade de uma vida. Porque, quando nos faltarem, saberemos que amamos e fomos amados, que demos e recebemos todo o carinho esperado, que construimos um sentimento que nenhuma perda poderá apagar. Este sentimento transcende o espaço e o tempo, não se limita ao contato físico. Torna-se parte de nós, impregnado em nossa alma, nos confortando nos dias difíceis, sendo cúmplices de nossas vitórias pessoais, norteando nossa conduta, nos fazendo sentir eternamente amados. Que me perdoem os físicos, mas, neste caso, acredito sim que dois corpos podem ocupar o mesmo lugar no espaço. Basta que permitamos sentir a presença dos que amamos dentro de nós, como se fossem parte de nossa alma. Só assim seremos inteiros.”

"Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós".

sábado, 11 de outubro de 2008

Inútil


quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Remédio


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Faz bem para você e melhora qualquer ambiente!!!