terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Amar

“Grande parte da nossa alegria vem quando amamos e somos amados, então entendemos que a vida sem amor pode ser um verdadeiro obstáculo para a nossa felicidade.”

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Se você quiser

Se você quiser que a paz reine no mundo, então você deveria primeiro desenvolver a paz em você. Onde está a paz? Ela emana de nosso coração. O coração é a fonte de paz, verdade, retidão e amor. Você está ignorando o coração e procurando a paz no mundo externo. Haverá paz no mundo somente quando você preencher seu coração com amor. Qualquer trabalho que você fizer, faça-o com amor. Hoje, o mundo está em desordem porque o ser humano não possui o amor puro. A paz só reinará suprema neste mundo quando o ser humano desenvolver o puro amor.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Para que curar-se ?


A pergunta parece óbvia demais para ser formulada. Afinal, quem não quer se livrar das dores, sofrimentos, humilhações e a angústia de ver-se sempre ou, em algum momento da vida, preso a algum tipo de doença?
A doença estaciona a vida. A doença escraviza. A doença é um empecilho para a felicidade. E, quem não quer ser feliz?
Durante séculos a humanidade se debruçou sobre ela. Pesquisou, procurou remédios, antídotos, soluções para aliviar o sofrimento humano. Freud, buscou e percebeu intrincada rede de explicações que justificavam o porquê deste sofrimento. Encontrou um ser humano fatidicamente preso e condicionado ao seu passado, a sua história, as suas origens. Lung foi mais longe e percebeu condicionamentos ainda ancestrais. E chegamos, enfim, a conclusão de muitos porquês- físicos, psicológicos, culturais que explicariam o sofrimento humano.
Em algum momento, porém desse descortinar de descobertas sobre o ser humano, alguns filósofos e psicólogos ousaram contestar esse condicionamento fatídico. Diriam, como Viktor Frankl, “o ser humano tem condicionamentos, mas ele não é condicionado”. Portanto, existe uma dimensão humana que escapa a esse condicionamento. Uma dimensão que é capaz de olhar distanciado sobre si mesmo. De se questionar, se julgar e tomar novas decisões diante da vida, apesar dos condicionamentos. Existe uma dimensão humana que é, antes de mais nada livre.
Mas, mais uma vez, isto era somente uma “linha de pensamento”, ou, mais uma “escola filosófica”. Não havia como se ter certeza dessa afirmação. Continuávamos fadados a “escolher” uma linha filosófica para “acreditarmos”.
Mas uma resposta iniciou-se com um trabalho terapêutico original: ao invés de partir-se de uma abordagem filosófica pré-estabelecida, questiona-se diretamente o inconsciente de cada paciente, através de uma concentração enfocada, não hipnótica, em torno de questões fundamentais para aquele paciente, mas também sobre questões universais. E percebeu-se uma sabedoria imensa vindo do inconsciente de cada paciente, independente de cultura, credo ou raça. Fomos descobrindo, pouco a pouco, pergunta por pergunta, que o ser humano sabe, em seu inconsciente profundo, o porque de sua doença. Esse ser humano é capaz de dar detalhes sobre ela. Inclusive como e quando a doença foi criada. Percebe-se também o paciente, responsável por ela, porque se percebe o autor, o criador dessa doença que o faz sofrer tanto.
Mais que isso. Ele, o paciente, percebe também que se ele criou a doença, ele também é o único que sabe como revertê-la. E, durante o processo terapêutico, através do inconsciente, o próprio paciente dá os detalhes de sua cura. E, realmente, muitos conseguem efetuar e decodificar o código da doença, conseguindo livrar-se dela.
Caberia então agora a exclamação: - Então descobriu-se a cura de todos os males?!! E a resposta seria, não. Infelizmente. Porque o ser humano é livre. E se ele foi livre para escolher a doença é porque existia um motivo muito forte para isso. A pergunta, agora, não é mais o “porque estou doente”, mas “para que eu iria querer me curar?”
Essa pergunta também foi feita ao inconsciente de nossos pacientes. E a resposta que obtemos foi que precisavam da doença para se sentirem amados. E, como o ser humano, precisa ser amado, então eles estavam presos ao fato de precisarem estarem doentes. Isso é uma questão crucial: o ser humano não quer a doença, mas quer ser amado. Se para ser amado ele precisar pagar com a própria vida, ele, surpreendentemente, paga. Pois, é mais imprescindível, para o ser humano ser amado, do que ser saudável.
Mas, não podíamos nos conformar com esse “livre aprisionamento” do ser humano, portanto, continuamos a nossa investigação. E perguntamos: - Como? Como funcionava isso: a doença como motor de ser amado? E, os pacientes foram nos explicando: “- quando estou doente eu sou o centro das atenções, dos carinhos, tudo se desculpa, tudo se perdoa, tudo se releva. Eu não preciso dar explicações, nem dar respostas à vida, pois estou “preso” à doença.
Percebemos então que existia aqui uma outra associação, mais perigosa e mais escravizante que a primeira: mais atenção sendo igual a mais amor. Ou ainda, a necessidade de precisar mais atenção como um caminho que leva a se sentir mais amado. Assim, eu preciso necessitar de mais atenção, para me sentir mais amado. Paga-se o preço. O problema é que: não se recebe a mercadoria.
Explicando melhor: através da doença eu consigo receber mais atenção, com certeza. Mas, eu consigo me sentir mais amado? A resposta do paciente, invariavelmente, é, não. Pois, eu duvido sempre da autenticidade desse “amor”, que vêm como resposta à minha doença. Eu duvido sempre se a “atenção” vêm porque me amam, ou, se é porque eu preciso dela. Assim, desta forma, a sede de amor não se esgota, e, eu preciso adoecer mais. Está feito o círculo vicioso da doença crônica.
Concluindo: para que seja possível eu me livrar dessa cadeia, gerada por mim mesmo, é preciso que eu abra mão da mentira criada por mim, da deformação do meu eu, na doença. Mas para isso é preciso que exista um para que ficar bom, que me transcenda, que ultrapasse a mim mesmo. É preciso que eu desista de “cobrar amor”- atenção – do mundo. É preciso que eu decida primeiro amar. Independente dos fatos, das pessoas, das circunstâncias, dos condicionamentos, da minha história. Para amar eu sou livre. Só depende de uma decisão minha. Para ser amado eu preciso que os outros decidam me amar. E eu não posso interferir na liberdade do outro.
Se eu preciso ser amado eu me torno escravo do outro, dos seus condicionamentos, das suas dificuldades, de seus problemas, de seu egoísmo. Se eu cobro amor, eu preciso adoecer, então não acredito no amor que vêm.
Assim, eu só sou livre “para amar”. Mas se eu tomar essa decisão e efetivá-la, o que acontece é que eu provoco tanta alegria, vida, harmonia e bem estar com a minha simples presença, que não posso duvidar que sou amado, e, melhor, que mereço ser amado. E começa a ser bom amar, ser perfeito, ser saudável, ser íntegro, ser eu mesmo. E se eu sou eu, como duvidar que o que sentem por mim é autêntico? Se eu sou verdadeiro o que eu produzo também é verdadeiro…
Portanto, agora posso me realizar na vida, no amor, profissionalmente. Posso ser feliz no casamento. Posso ter filhos saudáveis. Posso sorrir, me alegrar, ir ao encontro do outro. Por que? Porque a decisão é minha. Para que?
Para poder realizar aquela missão que resume toda a essência do sentido da existência humana, a capacidade de amar, amar incondicionalmente.

(Maria Clara Jost de Moraes - Tip terapeuta)

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Faça novo o teu ano (Frei Betto)


Neste ano-novo, faça-te novo, reduzas a tua ansiedade, cultivas flores no canteiro da alma, regues de ternura teus sentimentos mais profundos, imprimas a teus passos o ritmo das tartarugas e a leveza das garças.
Não te mires nos outros; a inveja é um cancro que mina a auto-estima, fomenta a revolta e abre, no centro do coração, o buraco no qual se precipita o próprio invejoso.
Mira-te em ti mesmo, assumas teus talentos, acredites em tua criatividade, abrace com amor tua singularidade. Evitas, porém, o olhar narciso. Sejas solidário; aos estender aos outros as tuas mãos estarás oxigenando a própria vida. Não seja refém de teu egoísmo.
Cuida-te da língua. Não professes difamações e injúrias. O ódio destrói quem odeia, não o odiado. Troque a maledicência pela benevolência. Comprometa-te a expressar ao menos cinco elogios por dia. Tua saúde espiritual agradecerá.
Não desperdices tua existência hipnotizado pela TV ou navegando aleatoriamente pela internet, naufragado no turbilhão de imagens e informações que não consegues transformar em síntese cognitiva. Não deixes que a espetacularização da mídia anule tua capacidade de sonhar e te transforme em consumista compulsivo. A publicidade sugere felicidade e, no entanto, nada oferece senão prazeres momentâneos.
Centra tua vida em bens infinitos, nunca nos finitos. Leia muito, reflitas, ouse buscar o silêncio neste mundo ruidoso. Lá encontrarás a ti mesmo e, com certeza, um Outro que vive em ti e quase nunca é escutado.
Cuida da saúde, mas sem a obsessão dos anoréticos e a compulsão dos que devoram alimentos com os olhos. Caminhas, pratiques exercícios aeróbicos, sem descuidar de acarinhar tuas rugas e não temer as marcas do tempo em teu corpo. Freqüentes também uma academia de malhar o espírito. E passe nele os cremes revitalizadores da generosidade e da compaixão.
Não dês importância ao que é fugaz, nem confundas o urgente com o prioritário. Não te deixes guiar pelos modismos. Faças como Sócrates, observe quantas coisas são oferecidas nas lojas que tu não precisas para ser feliz. Jamais deixes passar um dia sem um momento de oração. Se não tens fé, mergulha-te em tua vida interior, ainda que por apenas cinco minutos.
Não te deixes desiludir pelo mundo que o cerca. Assim o fizeram seres semelhantes a nós. Saibas que és chamado a transformá-lo. Se tens nojo da política, receberas a gratidão dos políticos que a enojam. Se és indiferente, agradecerão os que a ela se apegam. Se reages e atuas, haverão de temer-te, porém a democracia se fará mais participativa.
Arranque de tua mente todos os preconceitos e, de tuas atitudes, todas as discriminações. Sê tolerante, coloca-te no lugar do outro. Todo ser humano é o centro do Universo e morada viva de Deus. Antes, indagues a ti mesmo por que provocas em outrem antipatia, rejeição, desgosto. Reveste-te de alegria e descontração. A vida é breve e, de definitivo, só conhece a morte.
Faça algo para preservar o meio ambiente, despoluir o ar e a água, reduzir o aquecimento global. Não utilizes material não-biodegradável. Trate a natureza como aquilo que ela é de fato: tua mãe. Dela viestes e a ela voltarás; hoje, vives do beijo que lhe dá continuamente na boca: ela te nutre de oxigênio e alimentos.
Guarde um espaço em teu dia-a-dia para conectar-te com o Transcendente. Deixas que Deus acampe em tua subjetividade. Aprendas a fechar os olhos para ver melhor.
Feliz 2009!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Um aprendizado

Um dos grandes aprendizados que devemos trazer das jornadas que fazemos é o resgate de alguns valores. Por exemplo, o que realmente é importante na nossa vida?
Será que temos vivido de acordo com isto que é importante na nossa vida ou estamos sendo atropelados pela correria e pelo dia a dia?
A contribuição, a ajuda ao próximo pode ser um de nossos valores, mas com que frequência nós os colocamos em prática?
O amor pode estar no topo dos nossos valores e princípios, mas quando e de que forma temos exercitado o amor?
Um grande exercício é investir um tempo para refletir, meditar sobre os nossos valores. O que realmente é importante na nossa vida? Em cima disto, criemos um código de conduta pessoal, baseado nos nossos valores.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

O amor

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Feliz Natal!


Cidades, casas e ruas enfeitadas nos lembra que o mês de dezembro é confraternização e união em torno de sentimentos de amizade e fraternidade.
Vamos aproveitar a oportunidade e viver este clima que paira no ar, reunindo familiares, amigos e oferecendo aquele abraço que ainda não pudemos dar.
O Viajante deseja que este Natal seja coroado de muita saúde. E que nossos desejos de paz e felicidade ajudem a iluminar a Terra.
A melhor mensagem de Natal é aquela que sai dos nossos corações e aquece os corações daqueles que compartilham da nossa caminhada.
Bom Natal,
Um Feliz Natal,
Muito Amor e Paz para você,
Para você.