terça-feira, 8 de setembro de 2009

Necessidades Humanas Essenciais

A grande motivação do ser humano é a busca do prazer e a fuga da dor e do sofrimento. Nós fazemos qualquer coisa para evitar dor e obter prazer.
Além disso, nós, seres humanos, temos algumas necessidades básicas e essenciais. Anthony Robbins, coach, comunicador e escritor americano, identifica seis necessidades humanas essenciais: - de certeza e conforto; de incerteza e variedade; de amor e conexão; de significância e importância; de crescimento; de contribuição.
As quatro primeiras são fundamentais e a realização das duas últimas só é possível após a satisfação das primeiras.
Tudo que nós, seres humanos, fazemos, de alguma maneira, o fazemos procurando satisfazer uma ou mais dessas seis necessidades essenciais. Elas são os nossos meta-objetivos, isto é, os objetivos dos objetivos.
Cada um de nós tem sua própria maneira de satisfazer a essas necessidades. Podemos denominar as maneiras de realização das necessidades de veículos. Alguns veículos são construtivos, alguns neutros e, outros, destrutivos. Por exemplo, a doença pode ser usada como veículo para obter amor e conexão e isso pode dificultar a cura devido a esse ganho secundário da doença. O dinheiro, frequentemente, é utilizado como veículo para satisfazer a necessidade de significância. Álcool e drogas, inúmeras vezes, são veículos destrutivos para tentar satisfazer a necessidade de variedade e incerteza.
Uma coisa importante para lembrar é que escolhemos nossos veículos e não eles que nos escolhem. A verdadeira realização e felicidade humana depende muito da satisfação dessas seis necessidades essenciais.
Certeza e conforto
A necessidade de certeza e conforto está relacionada à habilidade de evitar a dor e obter prazer, levando à segurança e à sobrevivência.
Potenciais veículos para satisfazer essa necessidade essencial são: comida, controle, consistência, identidade, fé.
Incerteza e variedade
O ser humano tem necessidade de certo grau de surpresa, variedade, desafio, diferença e novidade na vida. Sem isso, a vida fica sem graça, sem tempero e sem motivação. Quando encaramos a incerteza e o desconhecido expandimos nossa vida.
Potenciais veículos usados para satisfazer essa necessidade são: enfrentar desafios, novos relacionamentos, novos empregos, viagens, aventuras, estudar algo novo, mudanças, uso de álcool e drogas, etc.
Significância
A necessidade de ser importante, de ser reconhecido, original, diferente.
Os veículos para satisfazer essa necessidade são muito variados. O dinheiro, o poder e a fama são maneiras claras de buscar significância em nossa sociedade. Mas também ter o maior problema, ser o mais humilde pode dar significância. Ter um filho é uma boa maneira de obter significância, pois os filhos, pelo menos na infância, valorizam os pais.
Conexão e Amor
Tudo o que nós queremos na vida é amor. Essa é uma necessidade básica do ser humano. Uma criança que não receba um mínimo de amor não sobrevive. (Experiência do rei da Prússia que proibiu as enfermeiras de darem afeto a crianças e nenhuma sobreviveu).
São vários os veículos para a satisfação dessa necessidade. Eles vão desde o uso da doença para ganhar conexão e atenção amorosa, o que dificulta a recuperação e cura devida a esse ganho secundário, até o amor incondicional dos pais para os filhos.
Crescimento
Todos nós temos a necessidade de crescer na vida, aprender, mudar, expandir e melhorar.
Contribuição
É a necessidade de dar, ajudar, servir e fazer uma diferença na vida dos outros.
Quando ajudamos os outros a se realizarem, nós nos realizamos.
Uma boa fórmula de felicidade é sempre dar aos outros o que queremos receber.
Precisamos escolher a maneira mais harmoniosa de satisfazer as nossas necessidades essenciais. Podemos satisfazer qualquer uma ou todas essas seis necessidades, mudando nossa PERCEPÇÃO (crença ou apreciação) ou por algum PROCEDIMENTO (veículo ou maneira). Então, o segredo para satisfazer nossas necessidades é mudar nossas percepções ou nossas ações.
(Fonte: INAp)

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Não deixe ninguém para trás!


Em uma corrida quem é o ganhador da prova? Certamente o primeiro colocado, mas o que acontece com os demais? E aquele negócio de que "O importante é competir"? Diga, será que a alegria do ganhador é igual daquele corredor que chegou em último? Sei que os atletas já devem estar habituados a essas condições, mas não acredito que a alegria seja a mesma. Você abriria mão do primeiro lugar para que outro também pudesse experimentar o prêmio máximo em uma importante competição?
Diferentemente de uma competição esportiva, na grande corrida da vida, todos participam! É certo que a distância percorrida normalmente é diferente para cada um de nós, mas todos correm. Também diferentemente de uma competição esportiva, mais de uma pessoa pode ser ganhadora. Na verdade só existem aqueles que cruzam a linha de chegada para uma vida com Deus e aqueles que não cruzam essa linha e permanecem na escuridão da vida sem Ele. Sabia disso?
Jesus ensinou que é possível a Corrida da vida ser justa e afirmou categoricamente que não haveria nem mesmo concorrência! Infelizmente ainda existem muitos obstáculos, há um Inimigo perigoso que trabalha para que sejamos derrotados e também há o grande ponto de interrogação, nós mesmos: "Será que queremos correr com Jesus?".
O que está em jogo é a oportunidade de reconciliação com Deus e o percurso é estreito e apertado. Podemos ver bem isso no nosso dia, pois sabemos que não é nada fácil. Difícil trajeto é andar segundo o coração de Deus. E além disso, somos diferentes "atletas", e nem todos tem a mesma capacidade de "competição".
O autor da carta de Judas alertou sobre os falsos mestres, os enganadores, e agora procurar orientar os cristãos a permanecerem no Amor do Pai. Sabemos que alguns não têm a mesma habilidade para ser fiel até o fim. É aqui que os melhores "atletas" precisam diminuir o passo e ajudar os mais fracos! Eu não me considero melhor do que ninguém, mas farei o que estiver ao meu alcance para vê-lo também na linha de chegada da vida Eterna com Deus. Lembra, sem concorrência? O quanto você está interessado na salvação do seu próximo? Não deixe ninguém para trás, cuide de si, mas ajude outros a partilharem de uma íntima comunhão com Deus. Deus quer usar você para ser bênção na vida das outras pessoas!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Respeito e tolerância


Respeito e tolerância são virtudes essenciais para o fundamento da paz, tanto desejado pelo mundo inteiro. Todos nós somos dependentes entre si e a convivência é uma virtude que contém dentro de si o respeito e a tolerância.
"Virtudes são valores que movem os seres humanos. São virtudes que transformam as práticas para que sejam benfazejas à vida dos seres humanos e da Terra, nossa casa comum. Estamos entrando na era da ética mundial, que se realiza em algumas virtudes indispensáveis para um outro mundo possível. Elas são a hospitalidade, a convivência, o respeito, a tolerância e a comensalidade. O estudo acurado destas virturdes não objetiva fazer-nos mais ilustrados, porém mais virtuosos. Só assim começa a longa caminhada de transformação que nos permitirá sobreviver, nos devolver e ainda irradiar tais virtudes”.
(BOFF, 2006)
“Todos devemos alimentar a hospitalidade de uns para com os outros, pois, como dizem as Escrituras judaico-cristãs, todos somos hóspedes nesta Terra e não temos aqui morada permanente”. (BOFF, 2006)

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Triste

domingo, 16 de agosto de 2009

Religião e Religiosidade

Muitos desavisados julgam que Religião e Religiosidade são a mesma coisa. Mas não são! Ou, pelo menos, obrigatoriamente não são!
Cada Religião
É um credo e uma doutrina filosófica específica, embora todas versem basicamente sobre a relação entre as criaturas humanas e o seu Criador. Cada uma delas é mais ou menos diferente das demais e tem seus próprios pontos de vista doutrinários.
Quantas Religiões existem atualmente? Centenas? Milhares? Não sabemos, mas isto não importa. Basta nos lembrarmos que são muitas!
A Religiosidade
É uma só e consiste simplesmente na interação entre cada criatura humana e o seu Criador, sem a obrigatoriedade do concurso dessa ou daquela Religião. Em outras palavras, a Religiosidade pode ser a ligação do ser humano a Deus, através de duas diferentes maneiras:
Primeira opção - Sem a intermediação de nenhuma Religião.
Segunda opção - Em conformidade com os preceitos de cada Religião.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Que seja

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Viver o momento

É fato que a cada início de ano devemos projetar e idealizar o que queremos para nós, agindo desta forma firmamos nossos objetivos que por sua vez serão alimentados e cultivados por nossos pensamentos, atraindo irresistivelmente para nós, no tempo oportuno, as realizações por nós idealizadas.
Não obstante, mesmo colocando em prática tais procedimentos as pré-ocupações nos tiram do foco principal e, assim deixamos de viver o momento, perdendo-nos. Cada minuto de nossas vidas nos faculta aprendizado e prática, registrando, tanto em nosso cérebro como em nosso espírito, todos os acontecimentos vividos. Entretanto costumamos colocar tudo no piloto automático e deixar a vida passar, não demanda esforço algum, ou seja, fazemos tudo aleatoriamente, de qualquer jeito e sem prestar atenção. Temos o foco no que almejamos, mas, no percurso não, e é um grande erro. Quantas vezes cometemos falhas, ações e atitudes erradas justamente por não termos registrado, “estávamos no piloto automático”, ou seja, não prestamos atenção, deixamos tudo acontecer sem esforço ou querer.
Estando desta forma é porque queremos fugir da vida e o pior é que são estes momentos que requerem mais atenção, por serem os mais difíceis. Porém, geralmente só queremos viver as ocasiões fáceis e que o dia acabe o mais rápido possível, fugimos de análises e tomadas de decisões, e se algo acontecer, fingimos não ver. O nosso foco é mais no passado e no futuro.
Outras vezes a ansiedade toma conta de nós, queremos somente ver o desfecho final dos acontecimentos, os nossos objetivos. O presente passa despercebido e indiferente, só temos olhos para o futuro.
Contudo, o percurso que é o mais importante para nós, posto que nos trás muitos aprendizados, nós anulamos.
Vivemos muito atrelados ao passado e ao futuro. O presente que é o mais importante e que fará a diferença, por ser a ação boa ou má que atrairá a reação da mesma, nós abolimos.
Há uma vivência muito interessante de se fazer: é chamar a nossa atenção nos perguntando:
Onde estou agora, e o que estou fazendo?
Com esta pergunta somos levados a responder a nós mesmos, exatamente onde estamos e o que estamos fazendo, cairemos na real, prestaremos atenção e sentiremos o dever da concentração. Isto nos fará acordar e ver se o que estamos fazendo está certo ou necessita de mais atenção. Muitas vezes estamos conversando com alguém, mas não estamos ali, outras vezes somos apáticos onde conclama nosso esforço, sendo maldosos...
Necessitamos assumir a postura de donos de nossas vidas e saber o nosso dever, que é acertar mais, mudando o passado, presente e futuro para melhor.
Mas vejamos, não podemos ficar esperando que o ano seja melhor, é preciso “ fazer com que ele seja melhor” e, conseqüentemente, numa ascendente será melhor a cada dia, a cada ano...
Temos que objetivar e projetar sim nosso futuro, mas temos que viver o momento, porque ele é que contará para o registro das ações, bem como o recebimento das reações. Como já dizia Platão “mente sã, corpo são”. Mente positiva atrai cura, abundância, prosperidade, bem estar, saúde etc.
Deixemos o passado de lado porque não são os nossos erros que nos arruínam e sim o pensar neles. O que passou é passado, não importa, o importante é que o presente seja diferente na qual atrairemos um futuro surpreendente.
Sigmund Freud, pai da Psicanálise, dizia que a nossa mente é como um iceberg que flutua na superfície de um oceano, mas somente vemos a parte da superfície da água para cima, é o nosso consciente. A parte mais importante e robusta que é a que fica abaixo da superfície, nós não a vemos, é o nosso inconsciente, onde estão contido nossos pensamentos, sentimentos, desejos, lembranças, agonias, incerteza, neuras..., estes são os nossos maiores problemas.
Devemos ir até o fundo do nosso ser e tratar esses icebergs da forma correta, através do policiamento de nossas ações aproveitando todos os momentos para colocar em prática o que de melhor estamos aprendendo, será justamente isto que nos fará conseguir ou não o que realmente desejamos.
Façamos a limpeza do porão do nosso ser, somos como o diamante, pedra preciosa na sua essência, mas tem que ser lapidado e passar por muitos atritos até que se torne uma pedra preciosa. Assim como o diamante somos nós, somos todos seres maravilhosos, mas, necessariamente necessitamos ser lapidados através das dificuldades e aprendizados da vida para aflorar a nossa beleza interior. Fomos criados justamente para atingirmos a perfeição, o tempo necessário para esta lapidação será definido e controlado por nós mesmos.
Ainda há necessidade de perguntarmos se devemos aproveitar o momento?
(Leontina Rita Acorinti Trentin)